• Categoria: Cidades de papel
  • 21 julho 2015

    Resenha: Cidades de papel (John Green)

    "Uma cidade de papel para uma menina de papel"

    Desde pequenos Quentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman sempre foram amigos, adoravam passear de bicicleta e desvendar os pequenos mistérios da vida. Mas com o tempo, eles cresceram e se afastaram. Agora, mesmo no 3º ano do Ensino Médio; Quentin ainda nutri uma grande paixão por Margo, que tornou-se sua vizinha. Na escola, Margo é uma menina bonita e popular, enquanto Q é apenas um nerd.
    Em uma noite, os pensamentos de Quentin são interrompidos quando Margo pula a janela e invade seu quarto vestida de ninja, convidando-o para ajudá-la em um maligno plano de vingança. Q aceita e junto com Margo embarca nas aventuras da vida... Depois daquela noite de aventuras; esperançoso, Q decide que no dia seguinte irá se aproximar de Margo e declarar tudo o que sente. Mas no dia seguinte Margo não apareceu na escola, nem no outro dia, nem no outro e, nem no outro...
    Com o misterioso desaparecimento de Margo, Q procura pistas da garota, e logo começa a segui-las. Mas esse caminho não é tão simples quanto parece, e quanto mais o garoto se aproxima de seu objetivo, mais se distancia da imagem da garota que pensava que conhecia.
    E é claro que Q não vai passar por isso sozinho, para dar um pouco de comédia a essa trama, seus amigos, Ben e Radar o ajudarão a descobrir as ironias da vida.

    Cidades de papel é uma obra que nos faz refletir sobre a imagem que temos das pessoas e o que elas realmente são. Talvez, não seja um dos melhores livros de John Green, mas com certeza passa uma bela mensagem sobre a vida e as pessoas.

    Ficha Técnica:

    Título: Cidades de papel
    Autor(a): John Green
    Editora: Intrínseca
    Gênero: Ficção
    Nacionalidade: EUA
    Tradução: Juliana Romeiro
    Número de páginas: 368
    Lançamento: 19 de Agosto de 2013
    ISBN: 978-85-8057-374-9 

    Classificação:

    Yasmin Deodato
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